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Dica de Séries

Uma amiga minha adora me perguntar o que assistir e resolvi dar umas dicas de séries que estou assistindo no momento, e outras que valem bastante a pena assistir (e que ainda dá tempo de correr atrás do tempo perdido).

  1. Mozart in The Jungle

Acabei de começar e já estou terminando! Mozart in The Jungle é uma série de comédio leve (nada daquela coisa forçada de sitcom) e que tem apenas 30 minutos – ótima para passar o tempo e fazer maratona. Além das duas temporadas terem apenas 10 episódios cada.

Conta com a presença do incrível e maravilhoso Gael Garcia Bernal, ele interpreta Rodrigo, o novo maestro da Filarmônica de Nova York, que é super excêntrico e que revira o mundo da Orquestra e das pessoas ao seu redor. Uma dessas pessoas é Hailey (Lola Kirke), uma jovem de 26 anos, que toca oboé, só se mete em furada e sonha em poder tocar na Orquestra de Rodrigo – o que ela quase consegue mas acaba estragando tudo. Além disso, temos os membros da Orquestra que são um máximo e dão um caráter diferencial a série, além da melhor amiga de Hailey, a Lizzie que é hilária. O que eu acho mais legal é que eles põem os músicos como quaisquer outros, baladeiros, usando drogas… Super sexo e rock and roll.

Vale super a pena, os personagens são bem construídos, a música é magnífica e os atores são ótimos. Começou em 2014 e ganhou o último Globo de Ouro como Melhor série de comédia, e o Gael ganhou como Melhor ator de série de comédia.

OBS: A série é baseada em um livro de Blair Tindall.

  1. Vinyl

Falando de sexo, drogas e rock and roll temos Vinyl. A mais nova série da HBO conta com Mick Jagger, Martin Scorsese, Rich Cohen e Terence Winter como criadores! Assim que lançaram o trailer dessa série sabia que ia ser imperdível.

Bobby Cannavale dá vida a Richie Finestra um executivo, dono da gravadora American Century que não vai indo lá muito bem. Finestra e seus sócios estão no meio de um acordo para vender a gravadora quando um evento traumático leva Finestra ao seu limite emocionalmente que o faz voltar a beber e usar drogas. Isso faz com que ele mande tudo as favas e ele decide revolucionar a indústria e sua gravadora com novos nomes e novos sons.

O mais incrível da série não é sua veracidade nem seu plot por si, mas a interação entre os personagens e essa década –início dos anos 70 – perturbadora e revolucionária para o mundo como um todo, principalmente o da música. As referências, para quem as conhece, são explícitas e magníficas. As músicas então…

Bobby dá um show e a história é muito bem amarrada. Faz você ficar vidrado o tempo todo e nem perceber que acabou.

  1. The Night Manager

Quando você pensa que Tom Hiddleston não pode ficar mais lindo e sexy, ele faz uma série em que ele é um espião bad boy.

Baseado em um livro de John le Carré publicado em 1993 , esse drama de espionagem nos mostra como a vida do pacato Jonathan Pine muda após ajudar uma mulher hospedada no hotel  em que trabalha. Pine se vê rapidamente infiltrado em uma operação do MI6 em que ele tem de se afiliar a Richard Roper – ninguém mais, ninguém menos que Hugh Laurie – e acabar com seu império por dentro.

A série é maravilhosa, e uma delícia para quem ama romance e dramas de espionagem como eu. Em um passo rápido e acontecimentos emocionantes a série te deixa na ponta do sofá e te prende até o final. Hugh e Tom estão PERFEITOS juntos, e apesar de ainda estar no comecinho aposto que vai dar muito caldo.

  1. Younger

Eu não sou de livros bobinhos, mas para série tenho um quê de princesinha teen. Por indicação de um amigo comecei a ver essa série e tenho que admitir: me surpreendeu demais.

Eu já conhecia a Sutton Foster de uma série chamada Bunheads, o que me animou para ver Younger, e logo no primeiro episodio descobri que o lindo maravilhoso gostoso do Nico Tortorella também estava lá, então caí de cabeça.

A premissa é de uma quarentona que estando recém-divorciada e com uma filha estudando na Índia tem de descobrir como sair de seus problemas financeiros. Buscando seu sonho de faculdade, Liza (Sutton) começa a buscar empregos em editoras, porém percebe que sua idade é um problema. Arrasada, ela vai beber num bar e Josh (Nico) dá em cima dela acreditando que ela tem a mesma idade dele – 20 e tantos anos -, Liza se vê atraída por ele e sua melhor amiga Maggie (Debi Mazar) incentiva dizendo que se Liza fizer uma makeover consegue se passar por uma jovem adulta. A loucura dá certo e Liza consegue um emprego em uma editora como assistente de Diana Trout (Mirian Shor) e logo se torna amiga de Kelsey (Hillary Duff). Apenas a mentira sustenta essa nova vida de Liza e ela tem que arcar com as consequências de suas escolhas.

Sutton Foster é MUITO carismática. Além de ser linda, ela é super estranha, a mulher next door, você se relaciona com ela em um piscar de olhos. Mas quem rouba a cena são as personagens de Miria Shor, Diana, e de Debi Mazar, a Maggie. Ambas são maduras e super sinceras, e tem as melhores tiradas da série.

É uma série deliciosa e sobre mulheres, do criador de Sex and The City, Darren Star, não se poderia esperar menos.

Série também baseada em um livro de mesmo nome da autora Pamela Redmon Satran – facílimo de encontrar na internet.

  1. The 100

Uma menina do curso de inglês, numa daquelas discussões de “O que você assiste?” me indicou essa série depois de eu ter comentado que adoro Orphan Black (indicada logo abaixo). Não que as duas tenham alguma coisa a ver, mas são duas séries que, segundo ela, te viciam muito rápido. Vi a sinopse e deixei de lado, óbvio, porque de distopia adolescente estamos todos de saco cheio.

Até que um belo dia eu “não tinha nenhuma série para assistir” e resolvi dar uma chance. E adivinha? Viciei. Engoli a primeira temporada igual um comprimido. Parece que vai ser chato, mas não é. É super original e muito diferente!

É baseada no livro de Kass Morgan, e conta a história de como 100 prisioneiros da Arca, uma espaçonave em que vive uma sociedade, são mandados à Terra para certificar a viabilidade de sobrevivência no planeta. Na Arca, ao cometer um crime a pessoa é mandada para o espaço, mas apenas se ela tiver mais de 18 anos, fora isso ela é feita prisioneira. E são esses prisioneiros adolescentes que são mandados a Terra como cobaias, já que se ele morrerem ninguém vai sentir falta (as expedições ao Brasil não descoberto também foram assim).

Só que esses prisioneiros ao chegarem à Terra descobrem que não estão sozinhos, e a partir daí é guerra. Nós vemos uma sociedade de construir do zero, sistema de hierarquias, como o mais forte sempre é o líder, nem sempre o mais sábio.  É incrível ver como as coisas se constroem a partir de novas descobertas em um planeta que eles não conhecem e a busca dos adultos e comandantes da Arca por um planeta em que se possa sobreviver nos próximos anos.

No começo existe sim um romance ou outro, mas que não tomam lugar de jeito algum da história principal, e ao longo das temporadas chegam até a serem secundários.

Infelizmente, para quem quer começar agora, a série já está na terceira temporada. Mas garanto que você não irá se arrepender. É bem diferente das séries/filmes distópicos que vemos por aí e que estão tão em voga.

OBS: 1ª Temporada no Netflix!

  1. Scandal

Girl Power! Isso só já define a série. Shonda Rimes sempre acerta quando a parada é criar personagens femininas fortes.

Scandal é sobre Olivia Pope (Kerry Washington), ex-funcionária da Casa Branca e dona de uma empresa de gestão de crises. Diz-se que a série foi inspirada em Judy Smith ex-assessora de imprensa do governo de George H.W. Bush, que é co-produtora executiva do programa.

Acontece que Olivia é amante do Presidente dos Estados Unidos, Fitzgerald “Fitz” Grant (Tony Goldwyn – aka lindo/ inacreditavelmente jovem), que é casado com Mellie Grant (Bellamy Young). A trama se dá entre esses relacionamentos amorosos e personagens periféricos que mantem a trama em curso. Fitz é esse homem entre duas mulheres fortes e que fazem tudo por ele, elas lutam para achar independência nessa dependência para com Fitz.

É uma série complicada, de pessoas complicadas. Trata de política lindamente  e abertamente, lidando com fraudes, escândalos e como é a correria de um governo e a vida pública decorrente disso.

Essa serie é incrível, os diálogos são rápidos para cacete, mas são ótimos. Shonda Rimes arrebenta do começo ao fim.

OBS: Tem temporadas no Netflix!

  1. How to Get Away With Murder

Girl Power 2: A revolução. Shonda Rimes sabe o que faz, não é a toa que Grey’s Anatomy tá aí matando todos os personagens e cheio de audiência.

HTGAWM é uma série sobre uma advogada Annalise Keating, interpretada pela magnífica Viola Davis, e como ela leva sua vida pessoal e profissional. A primeira temporada gira em torno de um assassinato na universidade em que Keating dá aula, onde ela escolhe cinco dos seus melhores alunos apara trabalhar com ela. Porém  todos eles veem suas vidas se colidirem com suas vidas profissionais e, infelizmente, com esse assassinato não resolvido.

QUE TRAMA É ESSA MINHA GENTE? Também no método de diálogos rápidos Shonda cria uma história que parece não ter solução. Com idas e voltas no tempo a série nunca deixa de ser interessante e o espectador tem de estar atento o tempo todo. Se não viu vale mais do que a pena, pelo roteiro, os atores, o envolvimento dos personagens, como tudo é bem construído e desvendado… Só assista!

OBS: Temporadas no Netflix!

  1. Sense8

Abre logo esse Netflix e para de drama? Não entendeu no primeiro episódio? Continue assistindo, porque obviamente vai começar a fazer sentido. Que atitude de desistência é essa? É assim que você leva a sua vida? Acha isso bonito, desistindo das coisas boas e novas experiências na primeira tentativa?

Vamos repensar suas escolhas e ouvir um pouco a voz da sabedoria.

Só de pirraça não vou explicar a série e só deixarei você com uma palavra: AWESOME!

9. House of Cards 

Kevin Spacey é um dos atores mais talentos do cinema e tem um currículo de dar inveja: 2 Oscar, 1 Tony, 1 Globo de Ouro, 1 BAFTA… E em House of Cards não deixa de lado sua maestria, ou melhor, só a prova ainda mais, para entrar na pele de Frank Underwood, um político vil, terrível, corupto, capaz de tudo para chegar onde quer. Na série acompanhamos um jogo político e de interesses que não acaba, e onde o prêmio é o poder.

É adaptada de um romance de Michael Dobbs e da série britânica de mesmo nome criada por Andrew Davis.

Eu fico boba como o Netflix foi capaz de fisgar um peixe grande desse e faze-lo protagonizar uma série. Não que a série não seja boa, pelo contrário, mas é que até pouco tempo atrás fazer série era uma coisa um tanto degradante, era a menor parte de ser ator e o Netflix lado a lado com a HBO adora provar o contrário dessa história.

Uma série de enorme produção, muito bem construída, com um roteiro de invejar, e de atuações que aplaudimos de pé.

10. Peaky Blinders

Um dos meus atores favoritos é o Tom Hardy, e numa dessas escavadas ara ver o que eu ainda não havia assistido dele, descobri que ele havia feito um série e ainda por cima da BBC. Fui correndo atrás e me vi fisgada por essa série magnífica.

Eu sou LOUCA em dramas históricos (um dia vou falar deles aqui para vocês) e essa série caiu como uma luva. É difícil encontrar séries como essa, então aproveitei. A BBC é mestre em fazer séries como essa, principalmente nesse período de Guerras Mundiais. Sempre que tenho oportunidade assisto uma, e com certeza são as melhores (vide Downtown Abbey)

Vamos lá: Peaky Blinders conta a história de uma gangue, os Peaky Blinders, que tem seu territótio em Birmingham na Inglaterra. Os cabeças da gangue são os irmãos Shelby: Thommy (Cillian Murphy), Arthur (Paul Anderson – que está em todas com o Tom Hardy agora, já vi dois filmes com os dois juntos: O Regresso e ) e John (Joe Cole). Além da tias dos rapazes Polly (Helen McCrory). A história se passa na Inglaterra pós Primeira Guerra, com muitos homens sem emprego e procurando espaço em suas cidades natais. A gangue também se sente assim, e acompanhamos como, aos poucos, ela tenta ganhar poder e espaço na Inglaterra, com o porém de ter um detetive atrás de suas atividades.

Além de um elenco bom a série tem uma trilha sonora que eu nem sei o falar. É muito boa! Muito bem encaixada e geralmente são trilhas contemporâneas, atuais, como Arctic Monkeys – o último episódio da segunda temporada tem Artic Monkeys quase do começo ao fim, é genial.

Quando indiquei essa série à uma amiga, ela quase não viu por achar chata, mas quando assistiu se tornou uma das séries favoritas, então me ouve e pode assistir.

11. Orphan Black

Orphan Black conta a história de Sarah Manning (Tatiana Maslany) que após presenciar o suicidio de uma mulher idêntica a ela, rouba a identidade da suicida e se vê vivendo sua vida. Porém não percebe que a vida da sua sósia é mais complicada que a sua, e que logo logo ela vai descobrir porque ela são tão parecidas afinal.

A série é um grande mistério, uma cebola, que pouco a pouco vai sendo desvendada enquanto se abre suas camadas. Parece que vai se esgotar, mas não vai. A forma como os criadores fizeram a série dá sempre espaço para algo novo e não ha nada tão original quanto essa série hoje na televisão.

Tatiana dá um show e mostra que mesmo sendo novata tem muito para mostrar. Uma série incrível que quando começar você não vai parar.

OBS: Vai pro Netflix!

12. Narcos

Tinha que contemplar esse orgulho da nação: Wagner Moura (LINDO) em Narcos.

A série mostra a ascenção de um dos magnatas do crime, Pablo Escobar, até sua decandência. Paralela a sua história está também a perseguição da polícia e o contexto político e histórico em que essas pessoas estavam inseridas. Eu adoro séries e filmes baseados em fatos reais, então sou suspeita.

Tem de tudo um pouco e a interpretação de Wagner rouba completamente a cena, não é à toa que ele foi indicado ao Globo de Ouro ❤

Vê que não vai perder tempo, até porque o Netflix tem dado tanta dentro que não assistir uma série deles vai, provavelmente, valer a pena.

13. Penny Dreadful

Penny Dreadful é como são chamados uma categoria de ficção/terror que foram publicados no século XIX na Inglaterra e que se tornaram bastante populares (Drácula, Dorian Grey, Frankenstein, Van Helsing, entre outros). Essa série, portanto, se apropria desse nome para também se apropriar de seus persoagens.

“Assim como” em Once Upon a Time, a série faz um mash-up de personagens literários e os insere em um mesmo universo: a própria Londres do século XIX. Como nos livros os personagens fantásticos se escondiam nas sombras de Londres, na série a mesma coisa acontece.

A série começa com a busca de Sir Malcolm Murray (Timothy Dalton) por sua filha Mina que foi sequestrada por um ser sobrenatural. Para tal busca ele conta com a ajuda da melor amiga de sua filha, Vanessa Ives (Eva Green), Sembene (Danny Sapani) seu fiel criado e com Ethan Chandler (Josh Hartnett) um pistoleito americano.

Acontece que ao longo dessa busca as coisas vão ficando mais e mais estranhas, e aos poucos eles descobrem que essas forças sobrenaturais podem ser aliadas ou inimigas que não vão descansar enquanto não os matarem.

Eva Green é minha musa, linda, maravilhosa, de todos os tempos, e protagoniza essa coisa maravilhosa que é Penny Dreadful. Eu adoro essa literatura e fiquei encantada quando soube dessa série, e não me decepcionou nem um pouco. Ela não é perfeita, mas é muito bem bolada, e tem efeitos ótimos. E os personagens… São incríveis. Não vejo a hora de começar a próxima temporada. Também é uma série disponível no Netflix, mas acredito que só a primeira temporada. Mas já é alguma coisa, né?!

14. Sherlock

Nem preciso falar que se trata de  uma adaptação de Sherlock Holmes né? Eu nem ia botar essa série aqui, porque se você ainda não assistiu devia estar se esondendo da sociedade e vendo a série, ok? É uma vergonha isso.

O que essa adaptação tem de diferente de todas as outras? Cumberbatch poderia ser o deal breaker daqui né, já que pra mim foi o que bastou, mas tem-se, sim, inúmeros outros bom motivos para se ver Sherlock. Aqui estão três:

  1. Química entre Sherlock e Watson: não tem como não haver essa química, senão nem vale a pena fazer a adaptação. Poucas pessoas reconhecem o personagem de Watson, interpretado aqui por Martin Freeman, como sendo um ponto crucial para essa história e essa série com certeza o faz. A “amizade” entre os dois é muito bem explorada nessa adaptação e a química entre os atores também é fenomenal – química essa repetida em O Hobbit de forma espetacular.
  2. Moriarty: Um dos vilões mais icônicos e complexos da literatura tem de vir a tona propriamente, e sinceramente, é o ponto que mais me desaponta em adaptações de Sherlock Holmes. Moriarty é brilhante, eu adoro um vilão e a maioria das pessoas também. E nessa série Moriarty é algo que queremos ver, que ansiamos para que apareça, quase cativante de uma forma meio avessa (quase como um Coringa). O ator que interpreta o Moriarty nessa série é muito bom (eu não o conhecia) e merece parabéns pela interpretação.
  3. Ritmo e casos: Sherlock Holmes é feito de mistérios e caso esses mistérios não sejam evoluidos e mostrados de maneira interessante vira apenas mais um eisódio para encher linguiça. Eu sei que as temporadas de Sherlock tem apenas três episódios, mas são episódios longos (quem conhece a BBC sabe) e pra você aguentar episódios do tamanho de filmes tem que te prender e muito. E Sherlock faz isso com uma destreza… O jeito como a história se desenrola, como paulatinamente tudo é mostrado a você, e no final o desfecho junta todas as peças… é quase como ler um livro. Eu adoro!

Eles inovaram muito fazendo essa série e não poderia dar mais certo. Uma série fluida, que tem no Netflix, então sem desculpas para não assistir.


Gente, essas foram minhas dicas, sei que parecem muitas mas fiz questão de botar uma quantidade boa de séries bem variadas para agradar a todos, e que se pudesse escolher.

Como eu assisto muitas séries, as vezes é difícil manter onde eu parei, ou quais assistir, na memória, eu uso um aplicativo muito bom, ótimo de usar, super dinâmico, que funciona quase como uma rede social: TVShow Time (tem versão para Android, e para iOS), recomendo para você que como eu nunca está com todas as séries em dia.

E você indica mais alguma? O que eu deveria estar vendo com certeza?

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